Com o FCP-MD sua instituição utiliza a mesma infra-estrutura
de criptografia do SPB para processar a criptografia do CCS e do
DDA.
Desde a implantação do SPB, o Banco Central vem sinalizando
ao mercado que pretende utilizar a mesma arquitetura de segurança
para a implantação de novos sistemas que trafegarão
sob a RSFN (Rede do Sistema Financeiro Nacional). Ou seja, os novos
sistemas da RSFN deverão utilizar mensageria, assinatura
digital e criptografia, assim como é feito no SPB.
Esta tendência comprovou-se quando o BACEN implantou o
CCS (Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional), utilizando
as mesmas características de segurança do SPB. Este
sistema informatizado, permite indicar onde os clientes de instituições
financeiras mantêm contas de depósitos à vista,
depósito de poupança, depósito a prazo e
outros bens, direitos e valores, diretamente ou por intermédio
de seus representantes legais e procuradores.
O principal objetivo do CCS é auxiliar nas investigações
financeiras conduzidas pelas autoridades competentes, mediante
requisição de informações pelo Poder
Judiciário (oficio eletrônico), ou por outras autoridades,
quando devidamente legitimadas.
Dentre as principais características técnicas
deste novo sistema, está a similaridade de arquitetura
com o Sistema de Pagamento Brasileiro (SPB), no que tange a itens
como mensageria, assinatura digital e criptografia.

Sempre atenta aos movimentos do mercado a Intersix desenvolveu
o Financial Crypto Package Multi-Domain (FCP-MD), sistema de criptografia
e assinatura digital baseado no já consolidado sistema
de criptografia para o SPB – FCP v.2.0, que está
em operação em diversas instituições
financeiras desde o inicio do SPB, respondendo pelo processamento
de centenas de milhares de transações diárias.
A principal característica do FCP-MD é sua capacidade
de processar tanto mensagens direcionadas ao SPB como ao CCS.
Este novo sistema também está preparado para o processamento
de mensagens de futuros sistemas do BACEN/RSFN que venham a utilizar
características técnicas similares ao SPB e ao CCS.

No segundo semestre de 2009, deverá entrar em operação
um novo sistema financeiro, que vem sendo desenvolvido pelos bancos
para facilitar o dia-a-dia das empresas, clientes e usuários.
Trata-se do Débito Direto Autorizado ou DDA. Este sistema
permitirá que todos os compromissos de pagamentos sejam
recebidos eletronicamente, por meio dos bancos de relacionamento
dos clientes pessoas físicas e jurídicas. Veja mais
informações em http://www.febraban.org.br/projetodda.
As informações do DDA trafegarão pela RSFN
utilizando as mesmas caracteríticas técnicas de
segurança do SPB e do CCS.
As instituições usuárias do FCP-MD não
necessitarão fazer nenhum tipo de adaptação
para utilizar o FCP-MD no processamento da criptografia e assinatura
digital deste novo sistema. Bastará cadastrar um novo “domínio”
chamado DDA e o FCP-MD já estará apto a ser utilizado
pelos três sistemas (SPB, CCS e DDA).
Se a sua instituição ainda não é
usuária do FCP-MD, não perca mais tempo! Conheça
o FCP-MD e mantenha apenas uma infra-estrutura de gerência
de chaves e certificados para processar a criptografia e assinatura
digital de todos os sistemas RSFN, com arquitetura similar.
Com o FCP-MD, as instituições financeiras podem
utilizar a mesma infra-estrutura já instalada para o processamento
das mensagens do SPB, CCS e DDA, aproveitando servidores, sistemas
operacionais e HSMs (Hardware Security Modules).
As chaves privadas das instituições, utilizadas
para a assinatura dos documentos eletrônicos são,
preferencialmente, geradas e armazenadas dentro de HSMs, mas também
podem ser chaves de software armazenadas em arquivo criptografado
em disco. A principal vantagem de utilizar HSM para a proteção
das chaves é que esses equipamentos possuem mecanismos
físicos e lógicos que garantem a proteção
das chaves privadas em caso de tentativas de fraude.